Odisseia do Perdão

11 de dezembro de 2024 Ainda não tenho força para perdoar. Talvez “força” não seja a melhor palavra, o que tento dizer é que perdoar exige que se faça as pazes com o que foi para mim. E o que foi, de fato? Foi agarrar o brilho e vê-lo tornar-se opaco nas minhas mãos. AchoContinuar lendo “Odisseia do Perdão”

Fairytale’s Epilogue

I remember you bursting into my life like a hurricane and quickly becoming the kind of drizzle that stays steady through the week keeping soft, sweet company. In the morning, we’d open the windows, and it would always be such a beautiful day. Cold, sunny days. My favorite kind of weather. Beautiful days during whichContinuar lendo “Fairytale’s Epilogue”

Announcement: to hell with self-awareness

Every time I get the urge to write, I find myself drowning in self-doubt, in one way or another. But I must get this down on paper, I must let the ink stain the page – perhaps just a terrible way to say that my heart has been stained. Thus I must do what IContinuar lendo “Announcement: to hell with self-awareness”

Ando leve

Recentemente, compreendi. Carregava comigo todos os fardos – alguns meus, alguns peguei emprestado. Não sabia onde colocá-los. Para a minha surpresa, não se guarda o peso em lugar algum, se deixa ele para trás. Os deixei em seu lugar, no passado. Às vezes, olhando pra trás, ainda consigo vê-los. Não sei como fiz isso, masContinuar lendo “Ando leve”

bagagem

Às vezes, aquilo que parece tão sólido para a alma acaba existindo apenas no plano da alma em si. Intangível. Talvez seja, talvez tenha sido, talvez nunca foi e nunca será. Talvez minhas virtudes e meus fardos sejam apenas areia, talvez sejam um mito, talvez estejam guardados debaixo do travesseiro. Não sei e não me pergunte, só lhe digo que são meus.