Recentemente, compreendi. Carregava comigo todos os fardos – alguns meus, alguns peguei emprestado. Não sabia onde colocá-los. Para a minha surpresa, não se guarda o peso em lugar algum, se deixa ele para trás. Os deixei em seu lugar, no passado. Às vezes, olhando pra trás, ainda consigo vê-los. Não sei como fiz isso, masContinuar lendo “Ando leve”
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bagagem
Às vezes, aquilo que parece tão sólido para a alma acaba existindo apenas no plano da alma em si. Intangível. Talvez seja, talvez tenha sido, talvez nunca foi e nunca será. Talvez minhas virtudes e meus fardos sejam apenas areia, talvez sejam um mito, talvez estejam guardados debaixo do travesseiro. Não sei e não me pergunte, só lhe digo que são meus.